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A polêmica dos livros eletrônicos PDF Imprimir E-mail
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Ter, 02 de Março de 2010 16:26
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Luis Alfredo Harris Maranesi
    
Ainda sobre dispositivos portáteis, assim como na última edição sobre Smartphones, surgem as perguntas: O que são livros eletrônicos? O que é esse tal de Kindle?

Com a popularização surgiram na rede alguns livros em formato eletrônico que podiam ser impressos ou lidos no próprio computador. Tais documentos tinham origem tanto na opção de alguns escritores em publicar suas obras assim quanto em cópias ilegais de livros.

Algumas editoras americanas adotaram o formato eletrônico, chegando a vender cópias pela internet. A vantagem desse formato é que ele reduzia os custos de publicação, dispensando gastos com a impressão e simplificando a forma de distribuição das publicações.

Apesar dessas vantagens esse formato não teve tanto sucesso quanto se esperava. Em parte porque esse tipo de distribuição favorece muito a pirataria. Por outro lado, poucas pessoas se sentem confortáveis lendo textos longos por grandes períodos de tempo na tela de computadores.

Aí que surge o Kindle. Mais ou menos há três anos começaram a surgir propostas para criação de leitores de livros eletrônicos. Uma das empresas que mais investiu na ideia foi a Amazon. Para quem não conhece, trata-se de uma das lojas americanas pioneiras na venda pela internet. Ela se destaca não só pela qualidade e variedade dos seus produtos, mas também pelos serviços que presta e a comunidade de leitores que existe ao seu redor.

Enfim, a Amazon lançou o Kindle, seu leitor de livros eletrônicos. Ele já foi lançado em âmbito mundial e permite a leitura de livros, jornais e revistas, assim como a compra dos mesmos pela conexão do aparelho à internet. A promessa é que dessa forma os livros se tornarão mais práticos, baratos e acessíveis.

Outras marcas estão lançando dispositivos semelhantes, cuja principal função, senão a única, é a compra e leitura de publicações escritas. Graças a esses novos aparelhos muitas inovações estão surgindo. A mais impressionante parece ser o surgimento de telas que imitam o papel. Elas são extremamente diferentes das telas e monitores. Quem já viu garante que são totalmente diferentes das telas tradicionais e realmente mais parecidas com papel.

Mas será que os leitores de livros eletrônicos decolam? Acredito que há muitas pessoas ainda que vão preferir o bom e velho papel, cabendo aos mais inovadores adotar o novo formato.
 

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